Calcule a média de rebatidas para beisebol ou críquete. O modo beisebol calcula a média a partir dos at-bats e rebatidas, com expansão opcional para a linha sabermétrica completa — porcentagem em base, slugging e OPS. O modo críquete calcula corridas por dismissal como faz o ICC, lidando corretamente com not-outs.
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Insira at-bats e rebatidas para a média básica, ou expanda para OBP, SLG e OPS.
Média de rebatidas
.273
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O que é média de rebatidas?
A média de rebatidas é a estatística individual mais citada em esportes de taco e bola. No beisebol mede a taxa com que um rebatedor consegue rebatidas por at-bat — uma média de .300 significa 3 rebatidas a cada 10 at-bats. No críquete mede as corridas médias por dismissal nas innings de um jogador. As duas estatísticas compartilham um nome mas são calculadas de forma diferente. As médias de rebatidas do beisebol ficam entre .200 e .400 no jogo de elite e são escritas sem zero inicial. As médias de críquete vão dos teens aos 50s para os grandes rebatedores de Test e são escritas com duas decimais. A Calculadora de Média de Rebatidas lida com ambas as convenções e, para o beisebol, se estende à linha sabermétrica completa de porcentagem em base, slugging e OPS.
Por baixo do capô
Como a calculadora funciona
A calculadora roda inteiramente no seu navegador. Nenhum dado sai do seu dispositivo, e a matemática é a mesma fórmula exata usada por pontuadores oficiais da MLB e do ICC.
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Modo beisebol (básico)
Insira at-bats e rebatidas. A calculadora divide rebatidas por at-bats, arredonda para três decimais e remove o zero inicial — então 50 rebatidas em 200 at-bats aparece como .250. A validação evita entradas impossíveis como mais rebatidas que at-bats.
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Expansão sabermétrica
Ative o painel OBP/SLG/OPS para adicionar bases por bolas, atingido por lançamento, voos de sacrifício, duplas, triplas e home runs. A calculadora computa OBP como (H+BB+HBP)/(AB+BB+HBP+SF), SLG como bases totais / AB, e OPS como sua soma. Cada métrica só aparece se você inseriu as entradas necessárias.
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Modo críquete
Insira corridas totais, innings rebatidas e not-outs. A calculadora computa dismissals = innings − notOuts e então média = corridas / dismissals. Se cada innings foi um not-out, a média é matematicamente indefinida e a calculadora diz isso em vez de imprimir infinito.
As fórmulas
Cada fórmula que a calculadora usa
Cinco fórmulas no total — uma para críquete, quatro para a linha sabermétrica do beisebol. Todas mostradas exatamente como pontuadores MLB e ICC as usam.
Média de rebatidas (beisebol)
BA = Rebatidas / At-Bats
O numerador são as rebatidas — simples, duplas, triplas e home runs. O denominador são at-bats, que excluem bases por bolas, atingido por lançamento, sacrifícios de toque, voos de sacrifício e interferência do receptor. O resultado é exibido como valor de três decimais sem zero inicial, como .275.
Rebatidas, bases por bolas e atingidos por lançamento vão no numerador. O denominador é aparições no batedor menos sacrifícios de toque (SH). Voos de sacrifício (SF) contam no denominador porque são considerados um out produtivo que o rebatedor poderia ter evitado. Essa é a fórmula oficial OBP da MLB desde 1984.
O slugging pondera rebatidas de bases extras pelas bases que conquistam. O numerador (bases totais) trata uma simples como 1, dupla como 2, tripla como 3 e home run como 4. O denominador são os mesmos at-bats usados para a média. O valor máximo possível é 4,000 (cada at-bat um home run); .500 é excelente.
Uma métrica composta que soma OBP e SLG. Apesar de misturar dois denominadores diferentes (uma falha conhecida), OPS correlaciona extremamente bem com as corridas marcadas pela equipe — melhor que qualquer estatística sozinha. .800 é bom, .900 é excelente, 1,000+ é território MVP. O OPS de carreira de Babe Ruth foi 1,164, o mais alto da história para um jogador com 5000+ aparições no batedor.
OBP .366 + SLG .609 = OPS .975
Média de rebatidas no críquete
Média = Corridas / Dismissals, onde Dismissals = Innings − Not-Outs
O críquete divide corridas totais por dismissals, não por innings. Um 'not-out' é uma innings que terminou sem que o rebatedor fosse eliminado — o total da equipe foi alcançado, declarado ou a partida terminou primeiro. A convenção existe porque o rebatedor poderia ter marcado mais se a innings tivesse continuado. O resultado é exibido com duas decimais.
6996 corridas / (80 innings − 10 not-outs) = 6996 / 70 = 99,94 (média real de carreira de Bradman)
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Referência
Médias de rebatidas comuns e o que significam
Como uma determinada média se mapeia para o nível de desempenho, com equivalentes aproximados em termos de taxa de rebatidas.
Média de rebatidas
Rebatidas por 100 AB
Nível
.400
40
Histórico — última vez em 1941 por Ted Williams
.350
35
Temporada de MVP, trajetória Hall of Fame
.320
32
Candidato ao título de rebatidas na maioria dos anos
.300
30
Excelente — limite tradicional de 'bom rebatedor'
.275
27,5
Regular MLB acima da média
.250
25
Aproximadamente média da liga em MLB moderna
.220
22
Abaixo da média; nível banco/utility
.180
18
'Linha Mendoza' — abaixo disso geralmente é rebaixamento
As taxas de rebatidas são simplificadas para intuição; os totais reais de at-bats em uma temporada completa são 400–650 para jogadores titulares. A 'Linha Mendoza' leva o nome de Mario Mendoza, um shortstop dos anos 70 cujas médias em torno de .200 se tornaram o corte informal para o batting de nível de reposição.
Escala de desempenho
Níveis de desempenho de rebatidas em ambos os esportes
Como cada nível se parece no beisebol e no críquete. Os limites são amplamente aceitos por historiadores e analistas, embora não oficialmente codificados.
Nível
BA Beisebol
Média críquete
Exemplos
Lenda absoluta
.350+
55+ Test
Cobb .366 | Bradman 99,94
Hall of Fame
.300–.349
45–54
Wagner .329 | Tendulkar 53,78
Regular All-Star
.280–.299
40–44
Brett .305 | Kohli 49,0
Titular sólido
.260–.279
35–39
Média da liga para candidatos ao título
Regular MLB/Test
.240–.259
30–34
Aproximadamente 50% medianos qualificados
Abaixo da média
.220–.239
25–29
Jogadores defensivos, rebatedores de ordem baixa
Nível reposição
.200–.219
20–24
Rebatedores da grande liga no limite
Abaixo de Mendoza
< .200
< 20
Geralmente rebaixados ou papéis de especialista
As médias de críquete aqui se referem ao Test cricket. As médias T20 são mais baixas (25–35 é excelente) porque as innings são deliberadamente mais curtas e a taxa de corridas importa mais que longevidade. As médias ODI ficam entre as faixas Test e T20.
Mesmo nome, matemática diferente
Média de rebatidas: beisebol vs críquete
Ambos os esportes chamam sua estatística principal de 'média de rebatidas', mas as fórmulas, denominadores e valores típicos divergem fortemente. Aqui está a comparação lado a lado.
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Beisebol
Estatística de taxa — fração de at-bats que produzem uma rebatida. Limitada entre ,000 e 1,000 em teoria, mas o desempenho de elite atinge o topo em torno de .400 devido à qualidade do arremessador e posicionamento defensivo. Bases por bolas não ajudam seu BA; apenas rebatidas.
Numerador: rebatidas (1B + 2B + 3B + HR)
Denominador: at-bats (exclui bases por bolas, HBP, sacrifícios)
Exibido com 3 decimais, sem zero inicial: .275
Média da liga em torno de .240–.260 na era moderna
.300 é o limite de 'bom rebatedor'
Última temporada .400: Ted Williams, .406 em 1941
🏏
Críquete
Estatística de contagem como razão — corridas acumuladas por dismissal. As innings podem produzir 50, 100 ou 200+ corridas cada, então as médias atingem os 40s e 50s para rebatedores Test de elite. Not-outs (innings terminando sem dismissal) encolhem o denominador e elevam a média.
Numerador: corridas totais marcadas
Denominador: dismissals (innings − not-outs)
Exibido com 2 decimais: 53,78
Média Test acima de 50 é nível Hall of Fame
Médias T20 são mais baixas (25–35 é excelente)
Melhor de todos os tempos: Don Bradman, 99,94 em Tests
Aspecto
Beisebol
Críquete
Máximo possível
1,000
Sem limite
Casas decimais
3 (sem zero inicial)
2
Nível elite
.320+
50+ Test
Regular médio
.250
30–35 Test
O que o aumenta
Apenas rebatidas
Corridas + not-outs
Equivalente a base por bolas conta?
Não (BA), Sim (OBP)
N/A — sem bases por bolas
O críquete não tem equivalente direto à base por bolas ou ao atingido por lançamento — o arremessador deve eliminar o rebatedor, que simplesmente continua rebatendo de outra forma.
BA vs OBP
Por que a porcentagem em base diz mais
Dois jogadores com médias idênticas de .250 podem ter OBPs muito diferentes dependendo da disciplina no batedor. OBP é geralmente um preditor mais forte de corridas marcadas.
📉
Apenas média de rebatidas
Ignora bases por bolas inteiramente. Um rebatedor agressivo com BA .280 mas apenas 20 bases por bolas no ano inteiro tem o mesmo BA que um rebatedor paciente com 80 bases por bolas, mas eles criam corridas em taxas muito diferentes.
Bases por bolas não contam no numerador nem no denominador
Não recompensa disciplina no batedor de jeito nenhum
Atingido por lançamento é ignorado
Média da liga correlaciona fracamente com corridas da equipe
Fácil de enganar — jogadores com BA alto, OBP baixo existem
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Porcentagem em base
Credita todo modo de alcançar a base com segurança. Um rebatedor de .250 que recebe 80 bases por bolas em 600 aparições tem aproximadamente .340 OBP — significativamente acima da média da liga e um ativo real produtor de corridas.
Credita bases por bolas e HBP como eventos em base
Recompensa disciplina no batedor diretamente
Correlaciona ~30% melhor com corridas da equipe que BA
Usado por todo escritório moderno na avaliação de jogadores
Fundamento da filosofia 'Moneyball' impulsionada pela sabermetria
Jogador
BA
BB
OBP
Estatística melhor
Rebatedor agressivo
.280
20
.302
BA parece melhor
Rebatedor paciente
.250
80
.343
OBP vence de longe
Diferença
+.030 BA
−60 BB
−.041 OBP
OBP captura o que BA perde
O OBP mais alto do rebatedor paciente se traduz em aproximadamente 10 corridas adicionais por temporada para sua equipe — uma diferença real e mensurável que a média de rebatidas falha completamente em capturar.
BA vs SLG
Por que o slugging importa separadamente da média
Dois jogadores podem ter a mesma média de rebatidas mas produção de potência muito diferente. O slugging captura o que BA omite: a dimensão bases-por-rebatida.
🎯
Rebatedor de contato
Muitas simples, poucas rebatidas de bases extras. Uma média de rebatidas de .300 é impressionante, mas se 90% dessas rebatidas são simples, o valor de slugging fica em torno de .400 — sólido mas não elite.
Simples dominam o total de rebatidas
Baixa taxa de rebatidas de bases extras (5–15% das rebatidas)
SLG típico: BA × 1,30 a 1,40
Exemplos: Tony Gwynn, Ichiro Suzuki
Valor vem de BA alto + capacidade de chegar à base
💥
Rebatedor de potência
Mesmo .300 BA, mas duplas e home runs compõem 40% do total de rebatidas. O slugging sobe para .550–.650, OPS aos .900 — território MVP.
Rebatidas de bases extras dominam o total de rebatidas
30–50% das rebatidas vão para bases extras
SLG típico: BA × 1,80 a 2,20
Exemplos: Aaron Judge, Mike Trout, Babe Ruth
O valor se compõe — BA alto + impacto de bases extras
Estatística
Rebatedor contato
Rebatedor potência
BA
.300
.300
Simples por 150 rebatidas
130
85
Duplas
15
35
Home runs
5
30
SLG
≈,400
≈,580
OPS (com .350 OBP)
.750
.930
Ambas as linhas têm a mesma média de rebatidas, mas o rebatedor de potência cria cerca de 25% mais corridas por aparição no batedor. O slugging é a dimensão que captura a diferença.
Exemplos trabalhados
Três exemplos de cálculo
Linhas reais de jogadores históricos, calculadas passo a passo.
🏆
Ty Cobb 1911 — .420 BA
Cobb teve 248 rebatidas em 591 at-bats durante sua temporada MVP da Liga Americana 1911. BA = 248 / 591 = 0,4196, que arredonda para .420 na exibição convencional. Ele liderou a liga em rebatidas, corridas, RBIs, bases roubadas e média de rebatidas naquele ano, vencendo o MVP por unanimidade.
⚡
Aaron Judge 2024 — linha completa
Linha de Judge em 2024: 180 rebatidas em 559 at-bats (.322 BA), com 133 bases por bolas, 9 HBP e 7 voos de sacrifício. OBP = (180+133+9) / (559+133+9+7) = 322 / 708 = .455. Com 36 duplas, 1 tripla e 58 home runs, bases totais = 85 simples + 72 + 3 + 232 = 392. SLG = 392 / 559 = .701. OPS = .455 + .701 = 1,156 — sua temporada MVP.
🇮🇳
Tendulkar Tests — 53,78
Sachin Tendulkar terminou sua carreira em Test com 15.921 corridas em 329 innings, com 33 not-outs. Dismissals = 329 − 33 = 296. Média = 15921 / 296 = 53,78. Em todos os formatos ele detém 100 centuries internacionais — um recorde que permanece intacto e provavelmente permanecerá por décadas.
Use bem
Dicas para usar média de rebatidas corretamente
1
Observe o tamanho da amostra
A média de rebatidas é volátil em amostras pequenas. Um jogador de 5 em 15 tem BA de .333, mas isso não significa nada — o intervalo de confiança real em 15 at-bats é aproximadamente .100 a .560. Espere pelo menos 100 at-bats antes de tirar conclusões, e 500+ para uma leitura significativa em nível de temporada.
2
Combine BA com OBP para um quadro completo
Sempre verifique OBP junto da média de rebatidas. Um rebatedor de .250 com OBP de .350 está produzindo; um rebatedor de .290 com OBP de .310 não está. A lacuna entre BA e OBP — frequentemente chamada de 'paciência isolada' — é um dos números preditivos mais estáveis no beisebol.
3
Use a linha barrada (BA/OBP/SLG)
Escritórios e analistas usam a linha barrada como resumo rápido único. Dizer que um jogador é '.275/.350/.450' comunica contato, paciência e potência em nove caracteres. Memorize algumas linhas de referência: .240/.310/.380 é média da liga; .300/.400/.500 é elite.
4
Para críquete, pondere por formato
Médias de críquete não são comparáveis entre formatos. Médias Test acima de 50 são elite; médias T20 acima de 35 são elite. Um especialista T20 com média de 28 pode ser mais valioso nesse formato que um jogador Test com 45. Sempre verifique de qual formato vem uma média.
5
Not-outs precisam de contexto no críquete
Um rebatedor com muitos not-outs de baixa pontuação (rebatedores #10 e #11 frequentemente têm innings tipo 20*, 15*) pode ter uma média inflada. Alguns analistas calculam uma 'média apenas dismissals' tratando not-outs como innings completadas, especialmente ao avaliar rebatedores de fim de ordem.
Não faça isso
Erros comuns com a média de rebatidas
1
Tratar BA como a única métrica do rebatedor
A média de rebatidas perde bases por bolas inteiramente e trata todas as rebatidas igualmente. Um jogador com BA de .280 e 80 bases por bolas cria mais corridas que um rebatedor de .300 com 25 bases por bolas. A análise moderna trata BA como uma entrada entre várias, não como o número principal.
2
Incluir bases por bolas no BA do beisebol
Bases por bolas, atingido por lançamento, sacrifícios de toque e voos de sacrifício não são at-bats. Eles não entram no denominador nem no numerador da média de rebatidas. Se você calcula BA manualmente, garanta que seu número AB exclui isso — muitos sites casuais de estatísticas erram.
3
Dividir corridas de críquete por innings em vez de dismissals
Um rebatedor com 800 corridas em 20 innings, 5 not-out, tem 800/15 = 53,33 de média, não 800/20 = 40,00. A regra not-out é fundamental — errá-la infla seu denominador e diminui a média de cada jogador de críquete em relação aos seus números reais de carreira.
4
Esquecer a convenção do zero inicial
As médias de rebatidas do beisebol removem o zero inicial — .275, não 0,275. Planilhas frequentemente as armazenam como 0,275, o que é matematicamente correto mas não convencional para o esporte. Ao publicar, formate sem o zero inicial para corresponder a cada box score e gráfico de transmissão.
5
Comparar entre eras sem ajuste
A média de rebatidas de toda a liga flutuou dramaticamente — .280 nos anos 1920, .250 nos 1960s, voltando a .270 nos 1990s, em torno de .245 hoje. Um .300 em 1968 (o 'Ano do Arremessador') é mais impressionante que um .300 em 1930. Use OPS+ ou wRC+ para comparações entre eras; BA bruto engana.
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Perguntas comuns
As pessoas também perguntam
Alguém já rebateu .400 na MLB moderna?
Ninguém desde que Ted Williams rebateu .406 em 1941. Vários jogadores flertaram com isso — George Brett rebateu .390 em 1980, Tony Gwynn estava em .394 na temporada encurtada por greve de 1994, e Larry Walker rebateu .379 em 1999. Mas a combinação de melhor arremesso, defesas avançadas, luvas maiores e melhor scouting tornou o rebatimento sustentado de .400 essencialmente impossível em níveis modernos de competição. A maioria dos analistas estima que o teto moderno de 'talento verdadeiro' para média de rebatidas fica em torno de .380.
Por que o 99,94 de Don Bradman é considerado intocável?
A média Test de Bradman em 80 innings (10 not-outs) significa que ele marcou aproximadamente 100 corridas toda vez que foi eliminado em uma carreira de 20 anos — através de duas guerras mundiais, os melhores esforços de várias equipes adversárias para derrotá-lo, e os terrenos acidentados pré-Segunda Guerra. A próxima média de carreira mais alta entre rebatedores com 20+ Tests é cerca de 60. A lacuna de quase 40 corridas é tão vasta que nenhuma extrapolação racional coloca um rebatedor moderno perto dele.
Como o on-base plus slugging (OPS) é calculado exatamente?
OPS = OBP + SLG. Os dois são somados diretamente apesar de terem denominadores diferentes (OBP usa aparições no batedor menos sacrifícios de toque; SLG usa at-bats), o que é uma inconsistência matemática conhecida. Apesar disso, OPS correlaciona melhor com corridas marcadas pela equipe que qualquer componente sozinho — é um atalho útil que sacrifica pureza teórica por poder preditivo prático. Para mais rigor, a sabermetria usa wOBA (média ponderada em base).
O que é uma média de rebatidas 'qualificada'?
A MLB exige 3,1 aparições no batedor por jogo de equipe para se qualificar ao título de rebatidas. Em uma temporada de 162 jogos são cerca de 502 PAs. Jogadores abaixo desse limite não são classificados mesmo que seu BA seja maior — o .394 de Tony Gwynn em 1994 não contou para o título de rebatidas em algumas fontes porque a temporada encurtada por greve mudou as regras de qualificação naquele ano. O críquete usa convenções diferentes por federação.
OPS pode ultrapassar 1,000?
Sim — e temporadas de elite rotineiramente o fazem. O recorde de OPS em uma única temporada é de 1,4217 de Barry Bonds em 2004. Babe Ruth registrou várias temporadas acima de 1,300. Em 2024, Aaron Judge postou um OPS de 1,156. Um OPS acima de 1,000 é aproximadamente um evento de uma vez por equipe por década para jogadores não-MVP, e rotineiro para candidatos a MVP. O máximo teórico é 5,000, mas nenhum jogador chegou perto na prática.
Perguntas frequentes
Como se calcula a média de rebatidas no beisebol?
A média de rebatidas é o número de rebatidas dividido pelos at-bats — BA = H / AB. Bases por bolas, atingido por lançamento, sacrifícios de toque e voos de sacrifício não contam como at-bats, portanto não afetam a média. O resultado é exibido com três decimais sem zero inicial: um jogador com 50 rebatidas em 200 at-bats tem média de .250, não 0,250. A convenção vem do final do século XIX.
O que é uma boa média de rebatidas?
.300 é o limite tradicional para um excelente rebatedor — apenas cerca de 20 a 30 jogadores MLB qualificados alcançam .300 em uma temporada. A média da liga gira em torno de .240–.260 há uma década. Acima de .250 é sólido, .275+ é bom, .300+ é excelente e .350+ é território histórico. O recorde absoluto em uma temporada é o .440 de Hugh Duffy em 1894; na era moderna (pós-1900), o .406 de Ted Williams em 1941 foi a última temporada .400.
Qual a diferença entre BA, OBP, SLG e OPS?
A média de rebatidas só credita rebatidas. A porcentagem em base (OBP) credita qualquer forma de alcançar a base sem erro — rebatidas, bases por bolas e atingido por lançamento — dividido pelas aparições no batedor. O slugging (SLG) pondera rebatidas de bases extras: simples = 1 base, dupla = 2, tripla = 3, home run = 4, dividido pelos at-bats. OPS é simplesmente OBP + SLG. Uma linha .250/.350/.450 significa .250 BA, .350 OBP, .450 SLG e um OPS de .800.
Como a média do críquete é diferente?
O críquete divide as corridas totais por dismissals (não por innings). Se um rebatedor marca 1000 corridas em 25 innings com 5 not-outs, sua média é 1000 / (25 − 5) = 50,00. A convenção not-out existe porque um rebatedor que não foi eliminado poderia teoricamente ter marcado mais — a innings foi cortada pelo total da equipe ou pelo fim da partida. As médias do críquete são muito mais altas que as do beisebol — o 99,94 de Don Bradman é o padrão-ouro.
A calculadora trata sacrifícios de toque no OBP?
Não — e isso está correto. A fórmula oficial de OBP exclui sacrifícios de toque (SH) do denominador porque o rebatedor se entregou deliberadamente para avançar um corredor. Apenas voos de sacrifício (SF), que existem exclusivamente em forma de voo, contam no denominador. A fórmula é (H + BB + HBP) / (AB + BB + HBP + SF). A MLB usa essa versão desde 1984.
O que significa OPS+ — é o mesmo que OPS?
OPS+ é uma versão de OPS ajustada por parque e liga, escalada para que 100 = média da liga. Um OPS+ de 150 significa 50% acima da média da liga. O OPS bruto produzido por esta calculadora é a versão não ajustada. Para obter OPS+, você precisa das médias da liga e fatores de parque, por isso sites especializados como Baseball-Reference publicam OPS+ — ele não pode ser calculado a partir da linha de um único jogador.
Por que a média de rebatidas é às vezes chamada de estatística 'falha'?
A análise moderna (sabermetria) argumenta que a média de rebatidas dá peso igual a todas as rebatidas e ignora bases por bolas. Um rebatedor leadoff com 80 bases por bolas e um BA de .260 pode ser mais valioso que um rebatedor agressivo com BA .300 e apenas 20 bases por bolas, porque a relação bases por bolas/strikeouts prevê fortemente as corridas marcadas. É por isso que OBP e OPS substituíram amplamente BA nos escritórios — Moneyball foi essencialmente a história dos Oakland A's explorando essa lacuna antes que fosse amplamente compreendida.
Posso usar isso para softball ou outros esportes de taco e bola?
Sim — o softball usa as mesmas fórmulas BA / OBP / SLG / OPS do beisebol, então o modo beisebol funciona diretamente. Para pontuação tipo críquete (T20, ODI, first-class), use o modo críquete. A calculadora não tem modos específicos para stickball ou vintage base ball, mas as fórmulas são idênticas. Qualquer esporte onde 'rebatidas / at-bats' seja a estatística básica funcionará no modo beisebol.
Referências
Fontes e referências
As fórmulas refletem as regras oficiais de pontuação atuais da MLB e do ICC. As estatísticas históricas vêm do Baseball-Reference e ESPNcricinfo no momento da publicação.